The Order 1886

The Order 1886 o jogador controla um grupo de cavaleiros conhecidos como The Order - uma força de indivíduos dedicados, fundada à séculos pelo Rei Artur para confrontar criaturas. O jogo decorre em 1886, em que Sir Galahad é um dos mais respeitados cavaleiros da The Order. Sir Galahad e três dos seus mais leais parceiros, irão precisar de toda a ajuda para lutar contra os rebeldes e outras ameaças que espreitam Londres.

The Last Guardian

O jogo se foca no desenvolvimento da amizade entre um garoto e uma criatura gigante semelhante a um grifo chamada "águia do mar" ou "erne" no título em japonês. A criatura possui penas por grande parte do corpo, algumas penas novas bem pontiagudas, e pode-se perceber que possuia asas, as quais possivelmente foram cortadas (A criatura possui lanças e flechas presas às suas costas) e fica inicialmente presa a uma corrente..

Final Fantasy XV

Final Fantasy Versus XIII (Recem Batizado como Final Fantasy XV) é um jogo para Ps4 e Xbox One, o enredo do jogo revolve em torno de um personagem misterioso, que é o último herdeiro de uma dinastia capaz de controlar os cristais.Sendo o RPs mais aguardado da atualidade.

Uncharted 4

Muitos anos depois dos eventos ocorridos em Uncharted 3: Drake's Deception, Nathan Drake (interpretado por Nolan North) que se tinha retirado de ser um caçador de tesouros, é forçado a entrar de novo no mundo dos ladrões. De uma maneira muito mais pessoal, Drake irá embarcar numa aventura a nível mundial em busca de uma conspiração histórica por detrás da fábula de um tesouro pirata. A Naughty Dog refere que o enredo "será a sua maior aventura e que irá testar os seus limites físicos, a sua determinação, e, finalmente, o que ele está disposto a sacrificar para salvar aqueles que ama"

The Witcher 3: Wild Hunt

The Witcher 3: Wild Hunt é o terceiro capítulo da saga de Geralt of Rivia, baseado no livro do famoso escritor polonês Andrzej Sapkowski. O jogo despertou a curiosidade dos jogadores por anunciar 36 finais diferentes e um mapa, no mínimo, 3 vezes maior que o de GTA 5. O game de RPG já foi adiado diversas vezes e agora deve ser lançado no fim de 2014 para Xbox One, PlayStation 4 e PC.

Rise Of The Tomb Raider

Tomb Raider da Square Enix lançado em 2013 foi um reboot de tirar o fôlego de uma franquia de peso, de alguma forma conseguindo fazer Lara Croft e suas aventuras algo realmente animador. Rise of the Tomb Raider é a sequência, e se passa após a viagem de descoberta e sobrevivência do último jogo de Lara. Por enquanto exclusivo Xbox 360 e Xbox One

Pages

sexta-feira, 28 de março de 2014

Diretor de Uncharted 4 deixa a Naughty Dog


 Para trabalhar na Riot Games.


Justin Richmond, anunciou que está de saída da Naughty Dog, onde trabalhava com diretor do novo Uncharted 4 para a PS4, para passar a fazer parte da Riot Games.

"Tomei a decisão de deixar a Naughty Dog," disse Richmond ao IGN. "Adoro a companhia e as pessoas que lá trabalham e sei que continuarão a criar jogos impressionantes. Mas depois de considerar cuidadosamente as opções juntei-me à Riot Games. Existem algumas coisas que são realmente inovadoras aqui e mal posso esperar para fazer parte delas."

Richmond juntou-se à Naughty Dog em 2008 onde foi diretor de Uncharted 3: Drake's Deception.

Escrito por


Alexandre Vieira
Apaixonado pelo mundo dos videojogos e principalmente Jrpgs e fã da serie Final Fantasy.

Diretor de Uncharted 4 deixa a Naughty Dog


 Para trabalhar na Riot Games.


Justin Richmond, anunciou que está de saída da Naughty Dog, onde trabalhava com diretor do novo Uncharted 4 para a PS4, para passar a fazer parte da Riot Games.

"Tomei a decisão de deixar a Naughty Dog," disse Richmond ao IGN. "Adoro a companhia e as pessoas que lá trabalham e sei que continuarão a criar jogos impressionantes. Mas depois de considerar cuidadosamente as opções juntei-me à Riot Games. Existem algumas coisas que são realmente inovadoras aqui e mal posso esperar para fazer parte delas."

Richmond juntou-se à Naughty Dog em 2008 onde foi diretor de Uncharted 3: Drake's Deception.

Escrito por


Alexandre Vieira
Apaixonado pelo mundo dos videojogos e principalmente Jrpgs e fã da serie Final Fantasy.

Protagonista de Assassin's Creed Comet poderá ser um templário


 Segundo rumores jogo passa-se no séc. XVIII na América do Norte


Assassin's Creed Comet, que supostamente estará em desenvolvimento para ser lançado no final deste ano, tal como Assassin's Creed: Unity, colocará os jogadores na pele de um Templário que tem o nome de Shay.

Segundo o site francês GameBlog, o jogo vai ter lugar na América do Norte onde os jogadores irão andar por Nova Iorque e a navegar algures pelo Oceano Atlântico, por volta do ano 1758.

Fontes do site dizem que o jogo, que será lançado na PS3 e Xbox 360, será uma espécie de cruzamento entre Assassin's Creed 3 e o DLC Freedom Cry de Assassin's Creed 4: Black Flag.

Foi referido que os personagens de outros jogos da série, como por exemplo o Adewale, marcarão presença no jogo.

Para já a Ubisoft prefere não comentar sobre rumores e especulações.

Escrito por


Alexandre Vieira
Apaixonado pelo mundo dos videojogos e principalmente Jrpgs e fã da serie Final Fantasy.

Protagonista de Assassin's Creed Comet poderá ser um templário


 Segundo rumores jogo passa-se no séc. XVIII na América do Norte


Assassin's Creed Comet, que supostamente estará em desenvolvimento para ser lançado no final deste ano, tal como Assassin's Creed: Unity, colocará os jogadores na pele de um Templário que tem o nome de Shay.

Segundo o site francês GameBlog, o jogo vai ter lugar na América do Norte onde os jogadores irão andar por Nova Iorque e a navegar algures pelo Oceano Atlântico, por volta do ano 1758.

Fontes do site dizem que o jogo, que será lançado na PS3 e Xbox 360, será uma espécie de cruzamento entre Assassin's Creed 3 e o DLC Freedom Cry de Assassin's Creed 4: Black Flag.

Foi referido que os personagens de outros jogos da série, como por exemplo o Adewale, marcarão presença no jogo.

Para já a Ubisoft prefere não comentar sobre rumores e especulações.

Escrito por


Alexandre Vieira
Apaixonado pelo mundo dos videojogos e principalmente Jrpgs e fã da serie Final Fantasy.

quinta-feira, 27 de março de 2014

The Last of Us a caminho do PlayStation 4


 SCE Turquia fala em gráficos melhorados e Left Behind.

Sercan Sulun, VP da PlayStation Turquia, disse à CNN Turquia que no Verão vamos ter The Last of Us no PlayStation 4.

De acordo com o próprio, esta versão irá incluir gráficos melhorados para a mais recente console da Sony e ainda o episódio Left Behind.
Sobre a possibilidade de uma sequencia para breve, Sulun diz que segundo sabe não está prevista mas o que sabe é que The Last of Us chegará ao PlayStation 4.
Será que podemos encarar isto como uma confirmação oficial?
Opinião: Não é nenhuma surpresa que esse jogão migraria com uma versão melhorada para o Playstation 4
Escrito por

Alexandre Vieira
Apaixonado pelo mundo dos videojogos e principalmente Jrpgs e fã da serie Final Fantasy.

The Last of Us a caminho do PlayStation 4


 SCE Turquia fala em gráficos melhorados e Left Behind.

Sercan Sulun, VP da PlayStation Turquia, disse à CNN Turquia que no Verão vamos ter The Last of Us no PlayStation 4.

De acordo com o próprio, esta versão irá incluir gráficos melhorados para a mais recente console da Sony e ainda o episódio Left Behind.
Sobre a possibilidade de uma sequencia para breve, Sulun diz que segundo sabe não está prevista mas o que sabe é que The Last of Us chegará ao PlayStation 4.
Será que podemos encarar isto como uma confirmação oficial?
Opinião: Não é nenhuma surpresa que esse jogão migraria com uma versão melhorada para o Playstation 4
Escrito por

Alexandre Vieira
Apaixonado pelo mundo dos videojogos e principalmente Jrpgs e fã da serie Final Fantasy.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Análise – inFAMOUS: Second Son




Passaram 7 anos desde os acontecimentos de New Marais e o mundo vive agora tempos de mudança com os condutores a serem cada vez mais afastados da sociedade.
inFAMOUS: Second Son é a nova aposta da Sony no PlayStation 4 e o terceiro jogo da série inFAMOUS. Antes de lerem a análise, é importante realçar que esta  análise inclui spoilers referentes ao final de inFAMOUS 2, peça importante e que decide todo o desenrolar de Second Son.
O pano de fundo é Seattle, e o novo herói (ou vilão) é Delsin Rowe, um jovem pacato de 24 anos que até saber que tinha super-poderes, dedicava-se apenas a fazer grafite, andar à deriva e provocar o irmão às direitas – Reggie.
A Sucker Punch procurou com esta abordagem uma narrativa tipo irmão bom, irmão mau onde nós o jogador nos inserimos na pele de Delsin Rowe e damos largas à nossa imaginação. Já experimentaram parar 5 minutos e pensar no que fariam se tivessem super-poderes? É esse o exercício que devem fazer quando abordam Second Son. A liberdade que seria um jovem à solta numa metrópole com super-poderes e com a liberdade para fazer o que bem lhe apetecesse.
Delsin, é um personagem que à primeira vista pode não cativar todo o tipo de jogadores, numa geração onde os personagens principais se tornam no cliché de jovem rebelde, Delsin acaba por nos conquistar com o desenrolar do jogo à medida que se apercebe que não basta ter os poderes mas sim acartar a responsabilidade que eles exigem. Acaba por se identificar mais como um jovem divertido, despreocupado e com uma boa intenção final: ajudar.

Este aspecto é suportado pelo já conhecido sistema de karma que já nos habituou nos passados jogos da série. Para quem nunca jogou os anteriores, cada decisão que façam no jogo implica directamente a forma de como a história se vai desenrolar. Delsin encontra pelo caminho momentos de decisão que constroem o seu lado bom, ou lado mau.
inFAMOUS: Second Son, desenrola-se sete anos depois do “Bom Final” em inFAMOUS 2  onde Cole MacGrath se sacrifica na esperança de eliminar todos os condutores e o seu grande inimigo: A Besta. Passados sete anos, os condutores continuam presentes. Second Son conta-nos então a história de Delsin que procura salvar a tribo que lhe dava abrigo depois desta ter sido atacada pelo vilão principal, um condutor. Nos tempos que se vivem, os condutores são procurados e prendidos pela DUP - Departamento de Protecção Unificada, um departamento criado especificamente para proteger a sociedade dos condutores. Toda a cidade se encontra sob vigia, com câmaras de vigilância e portões de segurança onde as pessoas fazem uma breve análise que as identifica como condutor ou não. Curiosamente, a própria DUP é controlada por um condutor, uma antiga militar que ao ganhar super-poderes, usou-os para conseguir a atenção do governo preparando um exército que visa a impedir a ameaça bioterrorista.
E falando em visuais, outro aspecto a realçar é o detalhe facial dos personagens que muda conforme o seu estado emotivo, sem animações forçadas é como se conseguíssemos ler o que dizem através dos próprios lábios. Troy Baker é quem dá a voz a Delsin Rowe e já é um nosso conhecido pelo seu excelente trabalho, na versão portuguesa do jogo será Diogo Morgado que também consegue um excelente trabalho, não tão bom como o de Troy Baker mas por o fazer noutras condições, de forma adaptada. É importante a contínua aposta da Sony em lançar os seus jogos na versão portuguesa.
A Sucker Punch quis tirar o máximo potencial do PlayStation 4 e para isso aproveitou ainda as funcionalidades do DualShock 4 dando uso ao touchpad para simular a nossa impressão digital nas zonas de verificação dos DUP, ou até mesmo para dar ao lado artístico de Delsin Rowe enquanto fazemos grafites. Para além do touchpad o próximo analógico consiste numa precisão fantástica e sente-se que foi refinado ao máximo para que a curva de aprendizagem seja muito curta. Delsin responde e age da forma que nós queremos.
Um dos elementos mais impressionantes em Second Son é a performance do jogo no PlayStation 4, numa altura em que o console é tão novo e o jogo chega numa fase de lançamento, Second Son tem um desempenho de louvar, com uma fluidez de imagem digna de “nova geração”, texturas, brilho, iluminação, tudo sem carregamentos intermédios que nos façam parar a ação. O motor de partículas que foi muito explorado em Resogun é um elemento nova geração que alimenta Second Son com detritos a voar no cenário e explosões a ter impacto de forma dinâmica.


Num contexto pessoal e como adepto do trabalho da Sucker Punch, é fantástico a sua criatividade sem limites. Quando pensamos em super-poderes muitos de nós vão ao básico, voar, poder de fogo, água, o que for. A Sucker Punch usa e abusa da sua liberdade criativa e foi mais além com os poderes de Delsin. Delsin é um condutor diferente dos outros, por norma cada condutor tem apenas um poder, são pessoas que já tiveram uma vida normal e que um dia – tal como o nome indica – se tornaram condutores de um poder específico. Delsin por outro lado tem o melhor dos dois mundos, é um condutor cuja habilidade é absorver o super-poder de outros condutores, através de um contacto, Delsin ganha um novo super-poder e fica ainda a conhecer o passado por detrás do condutor original.


Isto abre a porta a todo o tipo de super-poderes que a Sucker Punch se consiga lembrar, em Second Son vamos ter ao nosso dispor quatro super-poderes: um do tipo fumo que é dedicado a um combate próximo-médio, com forte impacto e uma mobilidade média, com este super-poder conseguimos em grande estilo atravessar condutas de fumo e subir ao topo de edifícios num piscar de olhos. O poder néon é dos mais vistosos e a gosto pessoal, o meu preferido. Com o poder néon atravessamos a velocidade à velocidade Flash, em corrida, prédios acima, ruas a direito, com um impacto visual extraordinário. Não tão forte como o de fumo, tem outra particularidade: é mais utilizado no combate à distância, com um modo tiro furtivo. A Sucker Punch deixou dois poderes por revelar e nós achamos por bem também não os revelar nesta análise, seria tirar a piada aos jogadores e no que estes dois novos poderes podem trazer. Apenas podemos dizer isto: um deles é muito original e bem fora do vulgar o outro é…destrutivo. Curiosos?

Estes poderes vão se gastando e podem ser recarregados usando o próprio ambiente, Delsin consegue absorver dos letreiros o poder néon e dos objectos devastados o poder de fumo. Para além dos ataques normais, à medida que a história se desenrola e que definem o vosso lado bom ou mau, os poderes serão diretamente influenciados. Sendo que cada poder tem diferentes ataques ou movimentos, o jogo inclui uma tabela de evolução que vai desbloqueando à medida que recolhem fragmentos que estão espalhados na cidade, tal como nos jogos anteriores. Este sistema de progressão agarra-vos ao jogo e mesmo depois de desbloquearem tudo, querem sempre os experimentar e explorar ao máximo, evoluindo primeiro o poder que for mais adaptado ao vosso estilo do jogo, é uma dinâmica que distingue a série inFAMOUS das restantes.

Para além do modo história, temos os habituais colecionáveis e missões secundárias espalhados pela cidade, seja recolher fragmentos, encontrar agentes secretos do DUP, destruir câmaras de vigilância, soltar prisioneiros, entre outras atividades. Estas atividades constroem o nosso karma e evoluem o nosso arsenal de super-poderes.

A campanha em si soube a pouco e é o único aspecto que no meio de toda esta experiência não me encheu por completo. A duração foi curta, sendo daquele tipo de jogador que explora tudo antes de ir às missões principais e tendo terminado o jogo em cerca de 8-10 horas, no final damos com a cidade ao nosso dispor para exploração e para combater umas tropas DUP que resistem, não fosse algum DLC que vai estar disponível no lançamento, Seattle já não nos convidaria mais a fazer grande coisa. Fora a duração, a própria história podia estar melhor aproveitada. Delsin é um personagem que consegue singrar mas teria sido interessante que explorassem mais o seu passado e até mesmo deixar uma porta aberta para o que vem no futuro. Mas Delsin não está sozinho, na sua companhia temos o seu irmão e outros dois condutores, cada um com a sua história. Missões secundárias dedicadas aos seus amigos alargavam o jogo e exploravam mais a história de cada um, foi uma pena terem ficado de parte. Algo que também senti falta, foram as referências a Cole MacGrath, tirando referências muito ligeiras, faltou uma ligação ao passado e ao condutor que tanto revolucionou o mundo.

inFAMOUS: Second Son é um jogo que fazia falta ao leque da PlayStation 4, numa altura onde faltam títulos de peso à consola, Second Son abrange vários tipos de jogadores e seja qual for o vosso género de jogo, dificilmente recusam Second Son. São horas de pura diversão e com algum conteúdo para oferecer, nem que seja o facto de terem que terminar a história duas vezes para aproveitar a experiência total, pelo lado bom e pelo lado mau.

Delsin arranja o seu canto no que vai ser um dos melhores jogos do ano e apesar da mudança na série, inFAMOUS tem tudo para continuar esta nova etapa.

Vejam ainda a nossa entrevista a Ken Schramm da Sucker Punch:




Pontos Positivos:
- Visuais nova geração que criam logo um primeiro impacto
- Controlos respondem como queremos e de forma precisa
- Duas histórias permitem uma dose de conteúdo alargada
- Imensas atividades espalhadas por Seattle
Pontos Negativos:
- Duração da campanha e conclusão da história podia ser mais exigente
Esta análise foi feita com base na versão PlayStation 4, que foi fornecida ao autor pela Sony PlayStation Portugal para 
realização da análise.

Fonte


Nota 9.0


Postado por


Alexandre Vieira
Apaixonado pelo mundo dos videojogos e principalmente Jrpgs e fã da serie Final Fantasy.

Análise – inFAMOUS: Second Son




Passaram 7 anos desde os acontecimentos de New Marais e o mundo vive agora tempos de mudança com os condutores a serem cada vez mais afastados da sociedade.
inFAMOUS: Second Son é a nova aposta da Sony no PlayStation 4 e o terceiro jogo da série inFAMOUS. Antes de lerem a análise, é importante realçar que esta  análise inclui spoilers referentes ao final de inFAMOUS 2, peça importante e que decide todo o desenrolar de Second Son.
O pano de fundo é Seattle, e o novo herói (ou vilão) é Delsin Rowe, um jovem pacato de 24 anos que até saber que tinha super-poderes, dedicava-se apenas a fazer grafite, andar à deriva e provocar o irmão às direitas – Reggie.
A Sucker Punch procurou com esta abordagem uma narrativa tipo irmão bom, irmão mau onde nós o jogador nos inserimos na pele de Delsin Rowe e damos largas à nossa imaginação. Já experimentaram parar 5 minutos e pensar no que fariam se tivessem super-poderes? É esse o exercício que devem fazer quando abordam Second Son. A liberdade que seria um jovem à solta numa metrópole com super-poderes e com a liberdade para fazer o que bem lhe apetecesse.
Delsin, é um personagem que à primeira vista pode não cativar todo o tipo de jogadores, numa geração onde os personagens principais se tornam no cliché de jovem rebelde, Delsin acaba por nos conquistar com o desenrolar do jogo à medida que se apercebe que não basta ter os poderes mas sim acartar a responsabilidade que eles exigem. Acaba por se identificar mais como um jovem divertido, despreocupado e com uma boa intenção final: ajudar.

Este aspecto é suportado pelo já conhecido sistema de karma que já nos habituou nos passados jogos da série. Para quem nunca jogou os anteriores, cada decisão que façam no jogo implica directamente a forma de como a história se vai desenrolar. Delsin encontra pelo caminho momentos de decisão que constroem o seu lado bom, ou lado mau.
inFAMOUS: Second Son, desenrola-se sete anos depois do “Bom Final” em inFAMOUS 2  onde Cole MacGrath se sacrifica na esperança de eliminar todos os condutores e o seu grande inimigo: A Besta. Passados sete anos, os condutores continuam presentes. Second Son conta-nos então a história de Delsin que procura salvar a tribo que lhe dava abrigo depois desta ter sido atacada pelo vilão principal, um condutor. Nos tempos que se vivem, os condutores são procurados e prendidos pela DUP - Departamento de Protecção Unificada, um departamento criado especificamente para proteger a sociedade dos condutores. Toda a cidade se encontra sob vigia, com câmaras de vigilância e portões de segurança onde as pessoas fazem uma breve análise que as identifica como condutor ou não. Curiosamente, a própria DUP é controlada por um condutor, uma antiga militar que ao ganhar super-poderes, usou-os para conseguir a atenção do governo preparando um exército que visa a impedir a ameaça bioterrorista.
E falando em visuais, outro aspecto a realçar é o detalhe facial dos personagens que muda conforme o seu estado emotivo, sem animações forçadas é como se conseguíssemos ler o que dizem através dos próprios lábios. Troy Baker é quem dá a voz a Delsin Rowe e já é um nosso conhecido pelo seu excelente trabalho, na versão portuguesa do jogo será Diogo Morgado que também consegue um excelente trabalho, não tão bom como o de Troy Baker mas por o fazer noutras condições, de forma adaptada. É importante a contínua aposta da Sony em lançar os seus jogos na versão portuguesa.
A Sucker Punch quis tirar o máximo potencial do PlayStation 4 e para isso aproveitou ainda as funcionalidades do DualShock 4 dando uso ao touchpad para simular a nossa impressão digital nas zonas de verificação dos DUP, ou até mesmo para dar ao lado artístico de Delsin Rowe enquanto fazemos grafites. Para além do touchpad o próximo analógico consiste numa precisão fantástica e sente-se que foi refinado ao máximo para que a curva de aprendizagem seja muito curta. Delsin responde e age da forma que nós queremos.
Um dos elementos mais impressionantes em Second Son é a performance do jogo no PlayStation 4, numa altura em que o console é tão novo e o jogo chega numa fase de lançamento, Second Son tem um desempenho de louvar, com uma fluidez de imagem digna de “nova geração”, texturas, brilho, iluminação, tudo sem carregamentos intermédios que nos façam parar a ação. O motor de partículas que foi muito explorado em Resogun é um elemento nova geração que alimenta Second Son com detritos a voar no cenário e explosões a ter impacto de forma dinâmica.


Num contexto pessoal e como adepto do trabalho da Sucker Punch, é fantástico a sua criatividade sem limites. Quando pensamos em super-poderes muitos de nós vão ao básico, voar, poder de fogo, água, o que for. A Sucker Punch usa e abusa da sua liberdade criativa e foi mais além com os poderes de Delsin. Delsin é um condutor diferente dos outros, por norma cada condutor tem apenas um poder, são pessoas que já tiveram uma vida normal e que um dia – tal como o nome indica – se tornaram condutores de um poder específico. Delsin por outro lado tem o melhor dos dois mundos, é um condutor cuja habilidade é absorver o super-poder de outros condutores, através de um contacto, Delsin ganha um novo super-poder e fica ainda a conhecer o passado por detrás do condutor original.


Isto abre a porta a todo o tipo de super-poderes que a Sucker Punch se consiga lembrar, em Second Son vamos ter ao nosso dispor quatro super-poderes: um do tipo fumo que é dedicado a um combate próximo-médio, com forte impacto e uma mobilidade média, com este super-poder conseguimos em grande estilo atravessar condutas de fumo e subir ao topo de edifícios num piscar de olhos. O poder néon é dos mais vistosos e a gosto pessoal, o meu preferido. Com o poder néon atravessamos a velocidade à velocidade Flash, em corrida, prédios acima, ruas a direito, com um impacto visual extraordinário. Não tão forte como o de fumo, tem outra particularidade: é mais utilizado no combate à distância, com um modo tiro furtivo. A Sucker Punch deixou dois poderes por revelar e nós achamos por bem também não os revelar nesta análise, seria tirar a piada aos jogadores e no que estes dois novos poderes podem trazer. Apenas podemos dizer isto: um deles é muito original e bem fora do vulgar o outro é…destrutivo. Curiosos?

Estes poderes vão se gastando e podem ser recarregados usando o próprio ambiente, Delsin consegue absorver dos letreiros o poder néon e dos objectos devastados o poder de fumo. Para além dos ataques normais, à medida que a história se desenrola e que definem o vosso lado bom ou mau, os poderes serão diretamente influenciados. Sendo que cada poder tem diferentes ataques ou movimentos, o jogo inclui uma tabela de evolução que vai desbloqueando à medida que recolhem fragmentos que estão espalhados na cidade, tal como nos jogos anteriores. Este sistema de progressão agarra-vos ao jogo e mesmo depois de desbloquearem tudo, querem sempre os experimentar e explorar ao máximo, evoluindo primeiro o poder que for mais adaptado ao vosso estilo do jogo, é uma dinâmica que distingue a série inFAMOUS das restantes.

Para além do modo história, temos os habituais colecionáveis e missões secundárias espalhados pela cidade, seja recolher fragmentos, encontrar agentes secretos do DUP, destruir câmaras de vigilância, soltar prisioneiros, entre outras atividades. Estas atividades constroem o nosso karma e evoluem o nosso arsenal de super-poderes.

A campanha em si soube a pouco e é o único aspecto que no meio de toda esta experiência não me encheu por completo. A duração foi curta, sendo daquele tipo de jogador que explora tudo antes de ir às missões principais e tendo terminado o jogo em cerca de 8-10 horas, no final damos com a cidade ao nosso dispor para exploração e para combater umas tropas DUP que resistem, não fosse algum DLC que vai estar disponível no lançamento, Seattle já não nos convidaria mais a fazer grande coisa. Fora a duração, a própria história podia estar melhor aproveitada. Delsin é um personagem que consegue singrar mas teria sido interessante que explorassem mais o seu passado e até mesmo deixar uma porta aberta para o que vem no futuro. Mas Delsin não está sozinho, na sua companhia temos o seu irmão e outros dois condutores, cada um com a sua história. Missões secundárias dedicadas aos seus amigos alargavam o jogo e exploravam mais a história de cada um, foi uma pena terem ficado de parte. Algo que também senti falta, foram as referências a Cole MacGrath, tirando referências muito ligeiras, faltou uma ligação ao passado e ao condutor que tanto revolucionou o mundo.

inFAMOUS: Second Son é um jogo que fazia falta ao leque da PlayStation 4, numa altura onde faltam títulos de peso à consola, Second Son abrange vários tipos de jogadores e seja qual for o vosso género de jogo, dificilmente recusam Second Son. São horas de pura diversão e com algum conteúdo para oferecer, nem que seja o facto de terem que terminar a história duas vezes para aproveitar a experiência total, pelo lado bom e pelo lado mau.

Delsin arranja o seu canto no que vai ser um dos melhores jogos do ano e apesar da mudança na série, inFAMOUS tem tudo para continuar esta nova etapa.

Vejam ainda a nossa entrevista a Ken Schramm da Sucker Punch:




Pontos Positivos:
- Visuais nova geração que criam logo um primeiro impacto
- Controlos respondem como queremos e de forma precisa
- Duas histórias permitem uma dose de conteúdo alargada
- Imensas atividades espalhadas por Seattle
Pontos Negativos:
- Duração da campanha e conclusão da história podia ser mais exigente
Esta análise foi feita com base na versão PlayStation 4, que foi fornecida ao autor pela Sony PlayStation Portugal para 
realização da análise.

Fonte


Nota 9.0


Postado por


Alexandre Vieira
Apaixonado pelo mundo dos videojogos e principalmente Jrpgs e fã da serie Final Fantasy.

Outlast: aprenda a jogar o game de terror para PC e PS4


 Outlast é um jogo de horror para PC e PlayStation 4 que fez sucesso por trazer de volta a fórmula do terror que estava esquecida há algum tempo. Nele, você precisará sobreviver sem utilizar armas, com apenas uma câmera para enxergar e investigar o sanatório de Monte Massive, correndo em lugares totalmente escuros. Confira neste tutorial algumas dicas e como sobreviver neste intenso jogo de horror.

outlast-imagem-com-logo-do-jogo
Outlast: aprenda a jogar o game de terror para PC e PS4 (Foto: Divulgação)

Como jogar
Ao abrir o seu jogo no PC ou PlayStation 4, você pode começar um jogo novo clicando na opção “Novo Jogo.” Outlast possui legendas e menus em português, o que facilitará sua compreensão da história e de como funcionam os comandos do jogo. Após assistir a animação inicial, um mini tutorial ensinará os comandos básicos do jogo, seja com mouse e teclado ou com o controle.
Menus e interface
Outlast tem menus simples e objetivos. No menu principal, antes do jogo, você encontrará as Opções. Lá você pode alterar os controles, gráficos e áudio. Nele você também encontrará “Novo Jogo” e “Continuar”. Já durante o jogo, como você não possui armas, o menu conta apenas com duas abas:
Notas: São as notas e pensamentos do protagonista. Para consegui-las, sua câmera precisa filmar certos momentos.
Documentos: São informações coletadas dentro do sanatório, com dados importantes sobre a história.
outlast-aprendendo-os-comandos-iniciaisOutlast: aprenda a jogar o game de terror para PC e PS4 (Foto: Divulgação)
Como sobreviver?
O mais assustador em Outlast não é seu ambiente, mas sim as poucas ferramentas que terá para sobreviver. Sem armas, você poderá apenas correr, pular, se esconder e usar a visão noturna de sua câmera para enxergar no escuro. Ainda assim, há como combinar estas habilidades para sobreviver e detonar o game.
Se esconda sempre que puder
Uma das principais estratégias em Oulast é manter distância dos inimigos ou despistá-los sempre que puder. Você não contará com armas, então precisará estar sempre preparado para evitar os monstros que vão aparecer. Procure por armários, camas e objetos que te ajudem a se esconder. Lembre-se de ficar algum tempo escondido, observando os movimentos dos monstros. Alguns demoram menos e outros demoram mais a sair do local onde você está.
outlast-se-escondendo-embaixo-da-camaOutlast: aprenda a jogar o game de terror para PC e PS4 (Foto: Divulgação)
Poupe as suas baterias
Para enxergar no escuro, você contará com a ajuda da sua câmera filmadora. Com a visão noturna será muito mais fácil ver as criaturas que podem te atacar e, principalmente, encontrar esconderijos para se proteger. Ela será sua principal “arma” durante todo o jogo.
Para não perdê-la, você precisará encontrar baterias ou poupar as suas para não ficar totalmente no escuro. Uma dica é evitar usar a visão noturna em locais mais iluminados, principalmente em seus esconderijos. Para encontrá-las, explore os ambientes do jogo. Mesmo no escuro, as baterias brilham azul e podem ser vistas a distância.
Importante: Sua bateria se esgota apenas ao usar a visão noturna. Sua câmera ligada normalmente não gastará nenhuma bateria, apesar de não ter muita utilidade.
outlast-camera-em-modo-noturno-acabando-a-bateriaOutlast: aprenda a jogar o game de terror para PC e PS4 (Foto: Divulgação)
Quando não o houver jeito, corra o máximo que puder
Em determinados momentos, não será possível se esconder. Nesses casos, use suas habilidades de corrida e salto para escapar o mais rápido que puder. As criaturas virão atrás de você, mas até certo ponto. Procure uma rota e escape do local. Não tente enfrentá-las ou ir ao encontro delas, pois não há como vencê-las.
Uma dica é correr e atravessar obstáculos que vão dificultar a perseguição. O mais importante, seja correndo ou não, é fechar as portas que você abriu. Isso irá atrasar ou despistar as criaturas. Evite salas sem saída ou ficará preso com elas.
Importante: Os sustos em Outlast são realmente espontâneos e pegam os jogadores de surpresa. O problema é que em muitos dos casos, as criaturas não estão perto, e isto engana os jogadores que acabam sendo pegos em armadilhas ao correr automaticamente. Na hora dos sustos, procure um abrigo ou um esconderijo. A partir daí, pare e analise a situação.
outlast-criatura-parada-no-corredorOutlast: aprenda a jogar o game de terror para PC e PS4 (Foto: Divulgação)
Observe, mas sempre de longe
Para encontrar o seu caminho para fora da escuridão, é preciso observar o ambiente. Em Outlast, você poderá controlar a abertura das portas, sendo possível dar apenas dar uma espiadinha na sala seguinte ao invés de abri-la por completo. Uma dica é sempre espiar antes de entrar, principalmente em locais escuros. Fique atento para as criaturas que podem estar após as portas. Espiar ajudará você a se preparar e procurar esconderijos antes de atravessar os locais.
Colete toda a informação que puder
Em Outlast você encontrará documentos e informações que te ajudarão a entender melhor a história, além de encontrar pistas para conseguir objetos chave. Durante os diferentes mapas, você encontrará documentos e pistas que ficarão armazenadas no seu menu. Assista também as cenas que antecedem os acontecimentos.
outlast-documento-em-cima-da-cadeiraOutlast: aprenda a jogar o game de terror para PC e PS4 (Foto: Divulgação)
Se nada der certo, comece de novo
Calma, não se desespere. Caso você não consiga escapar daquela enorme criatura, o jogo disponibiliza uma série de Checkpoints para que você comece novamente. Ao morrer ou ser pego, você poderá retornar a um ponto anterior. Gravar detalhes e o lugar da onde o monstro te atacou é uma boa estratégia caso você precise voltar. Ele repetirá a mesma ação e você poderá passar daquele estágio com mais facilidade.

Postado por

Alexandre Vieira
Apaixonado pelo mundo dos videojogos e principalmente Jrpgs e fã da serie Final Fantasy.

Outlast: aprenda a jogar o game de terror para PC e PS4


 Outlast é um jogo de horror para PC e PlayStation 4 que fez sucesso por trazer de volta a fórmula do terror que estava esquecida há algum tempo. Nele, você precisará sobreviver sem utilizar armas, com apenas uma câmera para enxergar e investigar o sanatório de Monte Massive, correndo em lugares totalmente escuros. Confira neste tutorial algumas dicas e como sobreviver neste intenso jogo de horror.

outlast-imagem-com-logo-do-jogo
Outlast: aprenda a jogar o game de terror para PC e PS4 (Foto: Divulgação)

Como jogar
Ao abrir o seu jogo no PC ou PlayStation 4, você pode começar um jogo novo clicando na opção “Novo Jogo.” Outlast possui legendas e menus em português, o que facilitará sua compreensão da história e de como funcionam os comandos do jogo. Após assistir a animação inicial, um mini tutorial ensinará os comandos básicos do jogo, seja com mouse e teclado ou com o controle.
Menus e interface
Outlast tem menus simples e objetivos. No menu principal, antes do jogo, você encontrará as Opções. Lá você pode alterar os controles, gráficos e áudio. Nele você também encontrará “Novo Jogo” e “Continuar”. Já durante o jogo, como você não possui armas, o menu conta apenas com duas abas:
Notas: São as notas e pensamentos do protagonista. Para consegui-las, sua câmera precisa filmar certos momentos.
Documentos: São informações coletadas dentro do sanatório, com dados importantes sobre a história.
outlast-aprendendo-os-comandos-iniciaisOutlast: aprenda a jogar o game de terror para PC e PS4 (Foto: Divulgação)
Como sobreviver?
O mais assustador em Outlast não é seu ambiente, mas sim as poucas ferramentas que terá para sobreviver. Sem armas, você poderá apenas correr, pular, se esconder e usar a visão noturna de sua câmera para enxergar no escuro. Ainda assim, há como combinar estas habilidades para sobreviver e detonar o game.
Se esconda sempre que puder
Uma das principais estratégias em Oulast é manter distância dos inimigos ou despistá-los sempre que puder. Você não contará com armas, então precisará estar sempre preparado para evitar os monstros que vão aparecer. Procure por armários, camas e objetos que te ajudem a se esconder. Lembre-se de ficar algum tempo escondido, observando os movimentos dos monstros. Alguns demoram menos e outros demoram mais a sair do local onde você está.
outlast-se-escondendo-embaixo-da-camaOutlast: aprenda a jogar o game de terror para PC e PS4 (Foto: Divulgação)
Poupe as suas baterias
Para enxergar no escuro, você contará com a ajuda da sua câmera filmadora. Com a visão noturna será muito mais fácil ver as criaturas que podem te atacar e, principalmente, encontrar esconderijos para se proteger. Ela será sua principal “arma” durante todo o jogo.
Para não perdê-la, você precisará encontrar baterias ou poupar as suas para não ficar totalmente no escuro. Uma dica é evitar usar a visão noturna em locais mais iluminados, principalmente em seus esconderijos. Para encontrá-las, explore os ambientes do jogo. Mesmo no escuro, as baterias brilham azul e podem ser vistas a distância.
Importante: Sua bateria se esgota apenas ao usar a visão noturna. Sua câmera ligada normalmente não gastará nenhuma bateria, apesar de não ter muita utilidade.
outlast-camera-em-modo-noturno-acabando-a-bateriaOutlast: aprenda a jogar o game de terror para PC e PS4 (Foto: Divulgação)
Quando não o houver jeito, corra o máximo que puder
Em determinados momentos, não será possível se esconder. Nesses casos, use suas habilidades de corrida e salto para escapar o mais rápido que puder. As criaturas virão atrás de você, mas até certo ponto. Procure uma rota e escape do local. Não tente enfrentá-las ou ir ao encontro delas, pois não há como vencê-las.
Uma dica é correr e atravessar obstáculos que vão dificultar a perseguição. O mais importante, seja correndo ou não, é fechar as portas que você abriu. Isso irá atrasar ou despistar as criaturas. Evite salas sem saída ou ficará preso com elas.
Importante: Os sustos em Outlast são realmente espontâneos e pegam os jogadores de surpresa. O problema é que em muitos dos casos, as criaturas não estão perto, e isto engana os jogadores que acabam sendo pegos em armadilhas ao correr automaticamente. Na hora dos sustos, procure um abrigo ou um esconderijo. A partir daí, pare e analise a situação.
outlast-criatura-parada-no-corredorOutlast: aprenda a jogar o game de terror para PC e PS4 (Foto: Divulgação)
Observe, mas sempre de longe
Para encontrar o seu caminho para fora da escuridão, é preciso observar o ambiente. Em Outlast, você poderá controlar a abertura das portas, sendo possível dar apenas dar uma espiadinha na sala seguinte ao invés de abri-la por completo. Uma dica é sempre espiar antes de entrar, principalmente em locais escuros. Fique atento para as criaturas que podem estar após as portas. Espiar ajudará você a se preparar e procurar esconderijos antes de atravessar os locais.
Colete toda a informação que puder
Em Outlast você encontrará documentos e informações que te ajudarão a entender melhor a história, além de encontrar pistas para conseguir objetos chave. Durante os diferentes mapas, você encontrará documentos e pistas que ficarão armazenadas no seu menu. Assista também as cenas que antecedem os acontecimentos.
outlast-documento-em-cima-da-cadeiraOutlast: aprenda a jogar o game de terror para PC e PS4 (Foto: Divulgação)
Se nada der certo, comece de novo
Calma, não se desespere. Caso você não consiga escapar daquela enorme criatura, o jogo disponibiliza uma série de Checkpoints para que você comece novamente. Ao morrer ou ser pego, você poderá retornar a um ponto anterior. Gravar detalhes e o lugar da onde o monstro te atacou é uma boa estratégia caso você precise voltar. Ele repetirá a mesma ação e você poderá passar daquele estágio com mais facilidade.

Postado por

Alexandre Vieira
Apaixonado pelo mundo dos videojogos e principalmente Jrpgs e fã da serie Final Fantasy.